Assim como existe um teorema fundamental do cálculo,
Existe algo análogo para integrais de linha.
Seja $s$ uma curva lisa descrita por $r(t)$, $a\leq t\leq b$. Seja $f$ uma função diferenciável de duas ou três variáveis cujo vetor gradiente $\vec{\nabla}$ é continuo em $s$. Nesse caso,
$$W=\int_s\vec{F}\cdot d\vec{l}=\int_s\vec{\nabla}f\cdot d\vec{l}=f(\vec{r}(a))-f(\vec{r}(b))$$resultado equivalente a integral definida.
$$W=\int_s\vec{F}\cdot d\vec{l}=\int_s\vec{\nabla}f\cdot d\vec{l}=f(\vec{r}(t))+C$$resultado equivalente a integral indefinida.
Notadamente, quem executa a função de derivada no caso multidimensional é o $\vec{\nabla}f$.
Se isso for válido, então $\vec{F}$ é uma de Força Conservativa.
A Energia potencial é sempre uma relação entre 2 posições, mas é possível estabelecer uma função energia potencia, ao se estabelecer uma referência.
A energia total do Universo se Conserva.
$$ E_{Universo}= \sum_i E_{Sis_i}$$A energia do Universo é composta pela soma das energias de cada sistema que o compõe.
A variação da Energia em um sistema é determinada pelo saldo entre o que entra e o que sai de energia (como em finanças).
Um sistema livre de forças não-conservativas,
$$ E_{Mec}=K_{Sis}+U_{Sis}=Constante$$#Dados
m=3 # Massa do bloco em kg.
vi=7 # Velocidade Inicial do bloco em m/s.
theta=40 #Inclinação do plano em graus.
g=9.8 #Aceleração da gravidade em m/s²
# l=? Distância percorrida sobre o plano inclinado, é o que desejamos calcular.
$E_{s_i}=K_i+U_{g_i}=\frac{1}{2}\;m\;v^2$
#Deslocamento sobre o plano inclinado (l)
l=vi**2/(2*10*np.sin(40*np.pi/180))
print('l =',np.round(l,2), 'm')
l = 3.81 m
Cabe analisar caso a caso.
Um bloco desce de uma rampa sem atrito a partir do repouso e passa a uma pista plana com atrito. Responda

#Dados
m=2 # Massa do bloco em kg.
h=3 # Altura em que o bloco é solto em m.
s=9 # Distância que o bloco percorre na pista com atrito até parar em m.
g=9.8 #Aceleração da gravidade em m/s²
Note que aqui poderíamos invocar o princípio da conservação da energia mecânica, mas o geral sempre vai valer.
# Substituindo os valores, encontramos...
print('vf =', np.round(np.sqrt(2*g*h),2),'m')
vf = 7.67 m
# Substituindo os valores, encontramos...
print('E_diss = ', np.round(m*g*h,2), 'J')
E_diss = 58.8 J
O mecanismo de dissipação do atrito é por meio do trabalho da força de atrito.
$E_{diss}=W_{F_{at}}=\int_c \vec{F}_{at}\cdot d\vec{l}$, mas $\vec{F}_{at}\;\parallel\;d\vec{l}$ e tem módulo constante $F_{at}=\mu\;N$. A integral resulta em $E_{diss}=W_{F_{at}}=\mu_c\;N\;s$, onde $\mu$ é o coeficiente de atrito cinético que queremos descobrir, $N$ o módulo da força normal e $s$ o comprimento percorrido na região com atrito.
No plano horizontal, $N=m\;g$, concluímos que $\mu_c$ será,
# Substituindo os valores, encontramos...
print('µ_c =', np.round(h/s,2))
µ_c = 0.33
Galileu demonstra que um objeto abandonado em C, chega com a mesma velocidade $(v=0)$ em qualquer dos pontos D, G ou I. Basta despresar efeitos dissipativos.
Vamos revisitar o desenho,
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No ponto mais baixo da trajetória, ponto B no desenho original, a energia potencial será $U_gf(B)=-m\;g\;h$. Isso mesmo, como a referencia está num ponto acima do ponto avaliado, então o ponto B tem energia potencial NEGATIVA.
Nesse ponto B, a Energia Cinética será, $K_f=\frac{1}{2}\;m\;v_f^2$
Encontramos o resultado de sempre,
$$v_f=\sqrt{2\;g\;h}$$Falta encontrar $h$.
então,
$$v_f=\sqrt{2\;g\;l\;(1-cos(\theta))}$$| |
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Vamos fazer isso sem frescuras, vamos colocar a origem em B, como os pontos serão tomados a partir de B, parece ser uma boa escolha. Vamos colocar em B também a referencia para a energia potencial. $U_{g0}(B)=0$.
A bolinha parte com $\theta=\frac{\pi}{2}$, então a altura dela em relação a B é $l$. Como a bolinha parte do repouso, ela tem apenas energia potencial. Então
Genericamente a segunda aplicado ao movimento circular com raio constante nos dará.
$$\vec{P}+\vec{T}=-\frac{m\;v^2}{R}\hat{r}+r\;\ddot{\theta}\;\hat{\theta}$$Esse ponto é o mais elevado para o giro ao redor do prego, então é o de menor velocidade instantânea (linear ou ângular). Se é um ponto de mínimo, então a derivada nesse ponto é ZERO. Logo $\ddot{\theta}=\dot{\omega}=0$.
Então um bom caminho é tornar $\vec{T}=0$ e encontrar a posição de F (o comprimento B até F é o raio R) para esse caso. Qualquer valor menor que esse servirá, então esse é o valor limite, ele próprio não incluido. (Como isso é escrito matematicamente, por exemplo em termos de conjuntos?).
Depois dessas considerações, concluimos que, $-m\;g=-\frac{m\;v^2}{F}\Rightarrow v_f^2=F\;g$, então
$$E_{s_f}=m\;g\;(2\;F)+\frac{1}{2}\;m\;F\;g=\frac{5}{2}\;m\;g\;F$$$E_{s_i}=E_{s_f}\Rightarrow m\;g\;l=\frac{5}{2}\;m\;g\;F\Rightarrow $
$$F=\frac{2}{5}\;l$$Lembrando que esse comprimento é a partir do ponto B.